Resoluções do Conselho Federal de Psicologia (CFP)

Resolução CFP n. 12/2005 regulamenta o atendimento psicoterapêutico e outros serviços psicológicos mediados por computador

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) editou a Resolução CFP N.º 12/2005 para regulamentar o atendimento psicoterapêutico e outros serviços psicológicos mediados por computador. Os sites autorizados a prestarem esses serviços recebiam um certificado eletrônico na forma de selo.

No entanto, o CFP editou nova normativa: a Resolução CFP N.° 11/2012 que regulamenta os serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos de comunicação à distância, o atendimento psicoterapêutico em caráter experimental e revoga a Resolução CFP N.º 12/2005. Desde então, o Sistema Conselhos de Psicologia disponibiliza o Sistema de Cadastro de Sites para receber e avaliar as solicitações dos sites interessados em prestar os serviços descritos na Resolução CFP N.° 11/2012.

Assim, considerando que seu site já tem o selo do CFP, solicitamos que divulgue, além da Resolução CFP N.º 012/2005, também a Resolução CFP N.º 011/2012, que é a nova referência sobre o assunto. Ressaltamos que o seu site continua sobre vigência da Resolução anterior (10/2005), mas na ocasião da renovação, será aplicada a nova normativa, a resolução CFP N.º 011/2012.

Recomenda-se que esse link de acesso seja proveniente do site do CFP para que os usuários possam ter conhecimento das possíveis alterações nesse documento:

6 ideias sobre “Resoluções do Conselho Federal de Psicologia (CFP)

  1. Por favor, gostaria de saber quais as Resoluções do Conselho Federal de Psicologia a que se refere a reunião. Se possível, quem vai fazer a explanação. De antemão solicito minha inscrição. Grata, Lucitânia.

  2. Gostaria que vocês enviassem essas novas Resoluções, ou então os números das mesmas para que eu possa participar já tendo lido as Resoluções e levar algumas questões para reflexão.

  3. Se o atendimento presencial já é um procedimento cuidadoso no qual existe a possibilidade de manipulação por parte do cliente ou ate mesmo por parte do psicoterapeuta imagine pelo computador. Acho que isso deveria ser repensado com maior cautela.

  4. Eu como profissional acho que se deveria se discutir com mais profundidade, essa resolução do ponto der vista científico, nos estados, pois alguns elementos de nossa analise clínica irão se resumir em muitos casos apenas na analise textual o que limitaria, muito a pratica clínica no seu todo, precisamos reformular a nossa concepção de Psicoterapia criando inclusive outros elementos auxiliares inclusive, para se fundamentar por exemplo quando os nossos clientes estão manipulando o seu processo Psicoterápico. Ass: Eklivann Marcel(15/2444) Psicólogo do Procon e psicoterapeuta do espaço Fluir.

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